Segunda fase das reformas

1) reforma administrativa (para reduzir o número de carreiras e o salário inicial dos servidores e mexer na estabilidade dos novos);

2) PEC emergencial (para cortar gastos obrigatórios e abrir espaço para investimentos);

3) PEC DDD (desvincular, desindexar e desobrigar – tirar as “amarras” – dos gastos do Orçamento);

4) pacto federativo (uma nova divisão dos recursos de Estados e municípios, com repartição dos recursos do pré-sal); e

5) programa de ajuda aos Estados.
A PEC emergencial é considerada a mais urgente das propostas, porque tem por objetivo frear, principalmente, o crescimento dos gastos com pessoal. A expectativa é obter uma economia de R$ 27 bilhões, a depender da decisão do Congresso.

A PEC será um grande teste porque é a pauta defendida desde a transição de governo, mas ficou engavetada à espera da votação final da Previdência.

Ministro da Fazenda – Paulo Guedes