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PERNAMBUCO

Localização

LOCALIZAÇÃO: Pernambuco, estado brasileiro, fica no centro-leste da região Nordeste
FRONTEIRAS: Leste = Oceano Atlântico
DIVISAS: Norte = Ceará e Paraíba; Sul = Bahia e Alagoas,; Oeste = Piauí
ÁREA (km²): 98.937,8
RELEVO: planície litorânea com várzeas e lagos, planalto no centro e depressões a Oeste e Leste
Seu relevo caracteriza-se pela existência de uma planície costeira, de origem sedimentar, com praias e manguezais e planalto no restante do estado

RIOS PRINCIPAIS: São Francisco, Capiberibe, Ipojuca, Una, Pajeú, Jaboatão, Moxotó

VEGETAÇÃO: mangues no litoral, zona da mata de floresta tropical e agreste com caatinga
Podem ainda ser observadas três paisagens botânicas distintas no estado: a Zona da Mata, na região litorânea e úmida, onde são abundantes os coqueirais; o Agreste, área de transição para a região semi-árida do interior; e o Sertão, onde predomina a vegetação de caatingas.

CLIMA: tropical atlântico no litoral e semi-árido no interior

MUNICÍPIOS (número): 185 (1996)

CIDADES MAIS POPULOSAS: Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Caruaru, Paulista, Petrolina, Cabo, Vitória de Santo Antão

HORA LOCAL (em relação a Brasília): a mesma

HABITANTE: pernambucano

POPULAÇÃO: 7.918.344 (2000)

DENSIDADE: 80,03 habitantes p/Km2

ANALFABETISMO: 23,2% (2000)

MORTALIDADE INFANTIL: 67 óbitos antes de completar um ano de idade para cada grupo de mil crianças nascidas vivas

CAPITAL: Recife, fundada em: 12/3/1535

HABITANTE DA CAPITAL: recifense

A composição da economia do estado baseia-se na agricultura, na pecuária e na indústria. Entre os principais produtos agrícolas cultivados em Pernambuco encontram-se o algodão arbóreo, a cana-de-açúcar, a cebola, a mandioca, o milho, o feijão e o tomate. Na pecuária destacam-se as criações de bovinos, suínos, caprinos e galináceos. Existem ainda reservas minerais de gipsita e calcário, além de água mineral. No setor industrial destacam-se as indústrias alimentícia, química, metalúrgica, de material eletrônico, têxtil, de minerais não-metálicos e comunicações.

A origem do estado de Pernambuco encontra-se nas terras doadas como capitania hereditária pelo rei de Portugal a Duarte Coelho, que chegou a Pernambuco, então denominado Nova Lusitânia, em 1535, estabelecendo-se em Olinda. Em 1537 foram fundadas as vilas de Igarassu e de Olinda, a primeira capital do estado. A prosperidade de Pernambuco, que teve início com o cultivo da cana-de-açúcar e do algodão, atraiu grande número de europeus para a região. Entre 1630 e 1654 a região foi ocupada pelos holandeses, que incendiaram Olinda e fizeram de Recife a capital de seu domínio brasileiro. Durante esse período, o conde Maurício de Nassau governou o Brasil holandês, administração que foi marcada por mudanças de natureza econômica, social e cultural. A forte resistência dos portugueses e brasileiros de origem lusitana, africana e índia, já cristianizados, acabou resultando na expulsão dos holandeses.

A história do estado de Pernambuco é permeada por conflitos e revoltas de vários tipos. Em 1710 explodiu a Guerra dos Mascates, conflito que opôs os comerciantes portugueses instalados em Recife aos senhores de engenho de Olinda, muito influentes na capitania, uma vez que em Olinda se encontrava a sede do poder público na época. A partir desse episódio a região passou por uma fase de declínio que durou quase um século.

Em 1811, ocorreram várias revoltas de cunho separatistas. Em 1817, o descontentamento com a administração portuguesa provocou a chamada Revolução Pernambucana, que resultou no surgimento da Confederação do Equador, movimento separatista de inspiração republicana. Vinte anos mais tarde, explode a Rebelião Praieira, trazendo de volta os ideais republicanos. O movimento foi sufocado quatro anos mais tarde, em 1848.

A população indígena que ainda vive no estado de Pernambuco totaliza 16.336 pessoas, distribuídas em nove grupos que ocupam 76.009 km2. Apenas duas dessas áreas, que pertencem aos grupos Fulni-ô e Pankararu, encontram-se definitivamente demarcadas pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI). Entre as demais, que ainda não foram demarcadas, incluem-se os grupos Atikum, Fazenda Funil, Entre Serras, Kambioá, Kapinawá, Truka e Xucuru. As tribos indígenas mencionadas encontram-se espalhadas pelos municípios de Floresta, Inajá, Águas Belas, Ibirim, Buíque, Petrolândia, Tacaratu, Cabrobó e Pesqueira.

Fontes: Governo do Estado de Pernambuco / IBGE / República Federativa do Brasil


Turismo

RECIFE

Serviços

Localização:

Mesorregião Metropolitana do Recife. Microrregião Recife

Área:

218,7 Km2

População:

1.422.905

Temperatura média anual:

25 o C

Meses de maior incidência de chuva:

Maio a Julho

Principal atividade econômica:

Comércio e Serviços

Atrativos turísticos:

Turismo histórico / Praias / Festas populares


POTENCIALIDADES TURÍSTICAS

Capital do Estado, maior centro cultural, de serviços, de saúde e de lazer do Nordeste, além de terceiro pólo gastronômico do País, o Recife é portão de entrada brasileiro. Cortada por rios e banhada pelo mar, o Recife é uma cidade de contrastes, onde o antigo, legado português ao tempo do Brasil Colonial, une-se às modernas construções. E o Recife tem tudo, a começar por uma eficiente infra-estrutura receptiva, com hotéis, restaurantes, centros de animação noturna, aeroporto internacional, porto, terminal marítimo de passageiros, terminal rodoviário integrado, shoppings centers e uma série de outros equipamentos e serviços.

Na divisa do Recife com Olinda está o Centro de Convenções de Pernambuco, um dos maiores e mais modernos do País. Dentre os pontos de interesse turístico, o Recife oferece a Praia de Boa Viagem; o Bairro do Recife, com belos sobrados e o melhor em animação noturna, onde se encontra, também, o Centro Cultural Judaico de Pernambuco no prédio restaurado onde se instalou a primeira sinagoga das Américas; a Capela Dourada; a Casa da Cultura, centro de vendas do artesanato da região; o conjunto arquitetônico da Praça da República; a Concatedral de São Pedro dos Clérigos, dominando imponentemente o Pátio de mesmo nome, revitalizado como centro turístico e comercial; a Rua da Aurora, com seus casarões refletidos no Rio Capibaribe; o Museu do Homem do Nordeste; o Museu - Oficina Cerâmica Francisco Brennand - que integra natureza e obras do artista, um dos expoentes das artes plásticas brasileiras - e as tapeçarias; o Instituto Ricardo Brennand, no Engenho São João, bairro da Várzea, inaugurado com a exposição dos quadros de Albert Eckout, pintor e naturalista da comitiva de Maurício de Nassau.

O calendário de eventos é amplo e diversificado. Começa saudando o Ano Novo na Praia de Boa Viagem; ganha as cores do frevo no Carnaval - explodindo em alegria e folclore nos diversos focos de animação; integra o clima religioso da Semana Santa, com a encenação do Drama da Paixão de Cristo que faz parte do Programa Pernambuco das Paixões; dança o forró em vários pólos de animação durante o período junino; vive a alegria jovem no Recifolia (carnaval fora de época) e por aí vai. Porque, no Recife, as festas acontecem quase todos os dias... e brilham em quase todas as noites.

Fonte:
- Prefeitura de Pernambuco -
www.recife.pe.gov.br
- Secretária de Turismo de Pernambuco - www.turismo.pe.gov.br
- Governo do Estado de Pernambuco - www.pe.gov.br
- EMPETUR - www.empetur.com.br/atrativos_turisticos_municipios_mostra.php?id=20


FERNANDO DE NORONHA

LOCALIZAÇÃO E GEOGRAFIA

Origem e Localização

O arquipélago de Fernando de Noronha situa-se a quatro graus abaixo da linha do Equador, localizando-se nas coordenadas 3o 54'S de latitude e 32o 25'W de longitude. Distante 545 km de Recife, capital do Estado de Pernambuco e 360 km de Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte e 710 km da cidade de Fortaleza, capital do Estado do Ceará.

O Arquipélago é, na verdade, formado pelo topo das montanhas de uma cordilheira de origem vulcânica, com sua base localizada há cerca de 4.000 metros de profundidade: a Dorsa Mediana do Atlântico.
O arquipélago de Fernando de Noronha é constituído por 21 ilhas, rochedos e ilhotas com um total aproximado de 26 km², tendo a ilha principal a extensão de 17 km².

Clima

Clima Tropical, quente oceânico, de estações bem definidas. Pluviometria média de 1.300 mm anual, com maiores índices entre março e maio e estiagem entre agosto e janeiro. Temperatura média de 25,4° C. Ventos constantes, com direção predominante SE, velocidade média 6,6 m/seg. com maiores intensidades entre julho e agosto. Umidade relativa bastante constante, com média anual de 81%. Insolação média máxima no mês de novembro (312,5 h) e mínima em abril (216,8h).

Mananciais Hídricos

Não existem cursos d'água perenes. As pequenas bacias, a reduzida capacidade de retenção de água e o clima de acentuada estiagem propiciam riachos temporários como: Riacho Mulungú (Praia do Cachorro), Córrego de Atalaia (Praia de Atalaia) e Riacho Maceió, mais importante, alimenta a Barragem do Xaréu que abastece a população (Baía do Sudeste).

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Ordem dos Economistas do Brasil - Viaduto Nove de Julho, 26 | Utilidade Pública Estadual, Lei nro. 2145 de 16.6.1953 | Utilidade Pública Municipal, Decreto nro. 48.214 de 21.3.2007